“Amante” do direito objetivo e tendo como padrão de preceito, o cuidado, creio que o óbvio pelo seu fácil aspecto tende a mascarar a verdade... Sou otimista, amigo da prevenção, colega do questionamento, e companheiro incondicional da cautela. Tenho por verdade, aceitar que o ato por impulso é evidência de fraqueza e de falta de ordem emocional. “Não somos os donos da verdade” e nem mesmo da razão, por certo, e pelo que acredito resumo: “Encontraremos pela vida argumentos mais fortes...”!